Perdão e culpa
Não há condenação: a graça é maior que o erro.
9Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.
10Não nos trata segundo os nossos pecados, nem nos retribui segundo as nossas iniqüidades. 11Pois quanto o céu está elevado acima da terra, assim é grande a sua benignidade para com os que o temem. 12Quanto o oriente está longe do ocidente, tanto tem ele afastado de nós as nossas transgressões.
18Vinde, pois, e arrazoemos, diz o Senhor: ainda que os vossos pecados são como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que são vermelhos como o carmesim, tornar-se-ão como a lã.
1Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus.
1Compadece-te de mim, ó Deus, segundo a tua benignidade; apaga as minhas tansgressões, segundo a multidão das tuas misericórdias. 2Lava-me completamente da minha iniqüidade, e purifica-me do meu pecado. 3Pois eu conheço as minhas transgressões, e o meu pecado está sempre diante de mim. 4Contra ti, contra ti somente, pequei, e fiz o que é mau diante dos teus olhos; de sorte que és justificado em falares, e inculpável em julgares. 5Eis que eu nasci em iniqüidade, e em pecado me concedeu minha mãe. 6Eis que desejas que a verdade esteja no íntimo; faze-me, pois, conhecer a sabedoria no secreto da minha alma. 7Purifica-me com hissopo, e ficarei limpo; lava-me, e ficarei mais alvo do que a neve. 8Faze-me ouvir júbilo e alegria, para que se regozijem os ossos que esmagaste. 9Esconde o teu rosto dos meus pecados, e apaga todas as minhas iniqüidades. 10Cria em mim, ó Deus, um coração puro, e renova em mim um espírito estável. 11Não me lances fora da tua presença, e não retire de mim o teu santo Espírito. 12Restitui-me a alegria da tua salvação, e sustém-me com um espírito voluntário.
18Quem é Deus semelhante a ti, que perdoas a iniqüidade, e que te esqueces da transgressão do resto da tua herança? O Senhor não retém a sua ira para sempre, porque ele se deleita na benignidade. 19Tornará a apiedar-se de nós; pisará aos pés as nossas iniqüidades. Tu lançarás todos os nossos pecados nas profundezas do mar.
32Antes sede bondosos uns para com os outros, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo.
14Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós; 15se, porém, não perdoardes aos homens, tampouco vosso Pai perdoará vossas ofensas.
13suportando-vos e perdoando-vos uns aos outros, se alguém tiver queixa contra outro; assim como o Senhor vos perdoou, assim fazei vós também.
1Bem-aventurado aquele cuja transgressão é perdoada, e cujo pecado é coberto. 2Bem-aventurado o homem a quem o Senhor não atribui a iniqüidade, e em cujo espírito não há dolo. 3Enquanto guardei silêncio, consumiram-se os meus ossos pelo meu bramido durante o dia todo. 4Porque de dia e de noite a tua mão pesava sobre mim; o meu humor se tornou em sequidão de estio. 5Confessei-te o meu pecado, e a minha iniqüidade não encobri. Disse eu: Confessarei ao Senhor as minhas transgressões; e tu perdoaste a culpa do meu pecado.
34Jesus, porém, dizia: Pai, perdoa-lhes; porque não sabem o que fazem. Então repartiram as vestes dele, deitando sortes sobre elas.
12Porque serei misericordioso para com suas iniquidades, e de seus pecados não me lembrarei mais.